



Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudade, de vez em quando. Quando penso que podia ter sido diferente. Caio F. Abreu.

Eu sempre te quis, vc nunca ligou, eu sei que um dia vou te esquecer, e vc vai sempre lembrar do que ja passou.
Você é tão cara de pau que eu fico até com pena de você, eu não entendo o porque me faz assim, o porque fica longe de mim. Pois quando me ver é comigo que fica, quando estou sozinha, feliz e realizada você aparece e estraga tudo novamente.
Ai tudo bem, você chega de mansinho, volta pra minha vida e diz pra todo mundo que gosta de ficar comigo, que se sente bem estando perto de mim, mas que não quer nada sério, que quer continuar ficando comigo do jeito que estamos… E eu burra, deixo ser dessa forma, mas ja chega! Eu não vou deixar de viver a minha vida, esperando por você, por mais que eu queira, mas não da mais, não suporto mais essa tal agonia, esse tal sentimento chamado AMOR!

Eu já tentei te esquecer, mas como posso te esquecer se pensando em te esquecer estou pensando em você?
Memória fantástica é a minha, que nunca lembrou de te esquecer e nunca esqueceu de te lembrar.
Já que não consigo te esquecer…
Vou aprender a conviver com a tua ausência…
Porque ao longo desses meses que eu estive sem você eu fiz de tudo pra tentar te esquecer, eu ja matei você mil vezes e o seu amor ainda me vem, então me diga quantas vidas você tem?

Te esquecer é uma questão de costume. Associei o meu amor á sua voz me pedindo pra não ligar mais. E agora quando sinto vontade de te ver, a vontade de fugir é maior. E quando bate aquela carência de mulherzinha abandonada me olho no espelho e percebo que sou muito gostosinha pra fazer esse papel. E desde aquele dia eu resolvi destruir todas as pontes que me levavam até você. E hoje quando penso na gente, parece tudo tão distante que eu mal consigo lembrar que cor eram os teus olhos, embora ainda lembre da sensação de olhar pra eles. Esquecer é uma questão de aprender a desgostar. E você tem me ensinado a fazer isso do pior jeito possível. Do jeito eficiente. E isso dói ao mesmo tempo que alivia. É como se eu estivesse apanhando tanto que minha alma começa a ficar dormente até não sentir mais nada. É o meu jeito de me curar. Me destruir pra destruir o que tem de seu aqui. Depois eu me refaço só com coisas minhas. Porque no fim, a única coisa que vai apanhar até morrer nessa história é a minha paixão por você. E eu vou sair inteira, mesmo que com alguns pedaços a menos. Pedaços que nunca foram meus mas que carreguei por algum longo tempo. Pedaços seus. Pedaços nossos. Agora, lixo.


